segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A todos.

Nesses devaneios sórtidos, na sombra de mil detalhes que intercaptam todo o ser que um dia hei de ser com a mais total intensidade grega não vista, além de todos os pensadores, além de todos os galanteadores, despejo-me dentro de mim e digo ao individuo que só há você a mudar o que há de ser seu.

A todos os mais voluptuosos afagos eu digo pros reais amantes que dessa carne soberba de amargura viveu um rei que em seu reino fora feliz e despojado perante os humildes.

Sem mais, agradando somente às flores de inverno... É o que me basta e me acuda, a esperança.

Nenhum comentário:

Postar um comentário