Nesses devaneios sórtidos, na sombra de mil detalhes que intercaptam todo o ser que um dia hei de ser com a mais total intensidade grega não vista, além de todos os pensadores, além de todos os galanteadores, despejo-me dentro de mim e digo ao individuo que só há você a mudar o que há de ser seu.
A todos os mais voluptuosos afagos eu digo pros reais amantes que dessa carne soberba de amargura viveu um rei que em seu reino fora feliz e despojado perante os humildes.
Sem mais, agradando somente às flores de inverno... É o que me basta e me acuda, a esperança.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Eu sinto a estrada.
Eu sinto a estrada.
Eu sinto a vida.
Eu sinto o tempo.
Cada contração do meu corpo diz pra mim:
Pode seguir! Agora sim! Vai, pode ir!
Tudo está dentro de nós, basta fazer a decifrada leitura. Siga o que está escrito, o escrito é o novo, a leitura é a vida!
Do sonho que tive a pouco tempo atrás, um casal se apaixonava, um homem o beijava, e o homem dizia que era feliz pelo amor que conquistou ali. De uma maneira sensata, houve mistério, muita comédia, sedução, excitação, houve surpresas! Ninguém sabia o que daria o trajeto que percorria, neste exato momento, quem tudo percebeu o que é viver a vida, o que é desejá-la no aspecto mais natural, dançando no escuro, tateando a razoabilidade.
O outro homem também beijou e fez o mesmo, com caminhos diferentes, dores mais vividas para um lado e, menos, para o outro, no constante da balança celestial em que tudo se equilibra. Ele surtou, gemeu, riu, soluçou e encantou com sua personalidade disforme de ser. Era interessante ou engraçado ver todo aquele milk shake emocional. Alguém sabia que ali dentro existia uma luz que almejava uma meta, uma realização social buscada no mais fundo do seu humano.
É... Viver. Algo tão desritmado, não?
Por isso, leiam o que numa palestra sem apetrecho ao assunto a frase que destina as nossas vidas se remonta: Você quer ser feliz ou ter razão?
Para que não tenham dúvida da minha escolha, hoje, eu estou dormindo e, graças a Deus, eu sinto a estrada.
Eu sinto a vida.
Eu sinto o tempo.
Cada contração do meu corpo diz pra mim:
Pode seguir! Agora sim! Vai, pode ir!
Tudo está dentro de nós, basta fazer a decifrada leitura. Siga o que está escrito, o escrito é o novo, a leitura é a vida!
Do sonho que tive a pouco tempo atrás, um casal se apaixonava, um homem o beijava, e o homem dizia que era feliz pelo amor que conquistou ali. De uma maneira sensata, houve mistério, muita comédia, sedução, excitação, houve surpresas! Ninguém sabia o que daria o trajeto que percorria, neste exato momento, quem tudo percebeu o que é viver a vida, o que é desejá-la no aspecto mais natural, dançando no escuro, tateando a razoabilidade.
O outro homem também beijou e fez o mesmo, com caminhos diferentes, dores mais vividas para um lado e, menos, para o outro, no constante da balança celestial em que tudo se equilibra. Ele surtou, gemeu, riu, soluçou e encantou com sua personalidade disforme de ser. Era interessante ou engraçado ver todo aquele milk shake emocional. Alguém sabia que ali dentro existia uma luz que almejava uma meta, uma realização social buscada no mais fundo do seu humano.
É... Viver. Algo tão desritmado, não?
Por isso, leiam o que numa palestra sem apetrecho ao assunto a frase que destina as nossas vidas se remonta: Você quer ser feliz ou ter razão?
Para que não tenham dúvida da minha escolha, hoje, eu estou dormindo e, graças a Deus, eu sinto a estrada.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Finalmente!
Que a vida é muito doida e pode ser rodeada de muita azia durante sua passagem, ninguém tem dúvida disso. Eu, por exemplo, tô morrendo de azia neste momento, hahahaha... Abençoada seja esta sensação!
Mudando de alho pra bugalho, os gregos foram muito felizes quando disseram que nós somos o nosso hábito, o que nós construimos durante todo este tempo, o cotidiano em si. Por isso, hoje é o marco do finalmente!
Muito estresse me rodeou durante muito tempo em minha vida, muita coisa aconteceu, muita mesmo. Muita gente passou no meu caminho e eu ando tendo certezas impressionantes disso tudo. E a maior certeza de todas é que o tempo passa e que ele só é um benefício quando você o perde tentando ser feliz. Qualquer outro motivo é perda de tempo, é desperdício.
Portanto, finalmente, hoje, eu fiz algo em que eu acredite que dê certo, que não há a necessidade de se dizer o que é, mas eu fiz algo e isso basta. Basta pelo fato que era algo que eu acredito e tá aí a diferença de muita coisa: Ter a esperança, a perseverança, a fé! Porque aí, sim, mesmo você não sabendo o que acontecerá, você dá um sangue que é benéfico para você!
É por essas e outras que eu gostaria de passar a todos os desesperançosos pela vida um pedacinho da minha esperança que hoje, graças a Deus, tá sobrando, portanto, não fará mal eu compartilhar. Compartilhar o momento, compartilhar a vida, palavras que acompanhavam um flash da Kodak que faz você realmente perceber que recordar é viver!
Prometam ser felizes, ninguém perde prometendo isso, ninguém! Você não está sozinho neste mundo! Seja você! Seja seu sonho! Seja feliz! A não ser que você prefira ter razão, não que ela te faça mal, mas o que eu te pergunto é: Será que só ela basta?
Mudando de alho pra bugalho, os gregos foram muito felizes quando disseram que nós somos o nosso hábito, o que nós construimos durante todo este tempo, o cotidiano em si. Por isso, hoje é o marco do finalmente!
Muito estresse me rodeou durante muito tempo em minha vida, muita coisa aconteceu, muita mesmo. Muita gente passou no meu caminho e eu ando tendo certezas impressionantes disso tudo. E a maior certeza de todas é que o tempo passa e que ele só é um benefício quando você o perde tentando ser feliz. Qualquer outro motivo é perda de tempo, é desperdício.
Portanto, finalmente, hoje, eu fiz algo em que eu acredite que dê certo, que não há a necessidade de se dizer o que é, mas eu fiz algo e isso basta. Basta pelo fato que era algo que eu acredito e tá aí a diferença de muita coisa: Ter a esperança, a perseverança, a fé! Porque aí, sim, mesmo você não sabendo o que acontecerá, você dá um sangue que é benéfico para você!
É por essas e outras que eu gostaria de passar a todos os desesperançosos pela vida um pedacinho da minha esperança que hoje, graças a Deus, tá sobrando, portanto, não fará mal eu compartilhar. Compartilhar o momento, compartilhar a vida, palavras que acompanhavam um flash da Kodak que faz você realmente perceber que recordar é viver!
Prometam ser felizes, ninguém perde prometendo isso, ninguém! Você não está sozinho neste mundo! Seja você! Seja seu sonho! Seja feliz! A não ser que você prefira ter razão, não que ela te faça mal, mas o que eu te pergunto é: Será que só ela basta?
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Percebam o diálogo
Em face dos desdobramentos, percebam o diálogo:
- Não, eu não sou maquiador, não sou bailarino, nem vendedor de loja de roupa, não faço nada disso na área artística, e até agora eu não entendo porque eu não faço.
- Olha, eu sou advogado, sou artista, não canto hoje, mas pretendo cantar amanhã, é foda, não vejo a verdadeira simplicidade da vida há muito tempo.
- Eu acho que não sou nenhum dos dois, apesar dos dois serem parecidos comigo, pois eu sou, eu sei, me atrevi e aprendi a ser livre de uma intensidade tamanha.
- Eu já observo, olho tudo, gosto de aproveitar as olhadas, analisar a vida, aprender com o próximo, é gostoso perceber os desdobramentos da vida.
- Arrasar, acho que essa é a minha palavra, eu adoro demonstrar quem é que tá comandando no momento, é maravilhoso, uma delícia.
- Ter etiqueta, comportar-se num mesa, ter diálogo e falar das coisas intelectoafrodisíacas da vida é o meu papel, por isso não suporto quem erra o português.
- Eu não sei te explicar, eu não sei porque eu tô aqui, o que eu faço conversando com vocês, ou porque de vez ter um eu tenho apenas dois olhos, eu não sei de nada, por isso eu fico queto.
E, assim, o diálogo vai...
- Não, eu não sou maquiador, não sou bailarino, nem vendedor de loja de roupa, não faço nada disso na área artística, e até agora eu não entendo porque eu não faço.
- Olha, eu sou advogado, sou artista, não canto hoje, mas pretendo cantar amanhã, é foda, não vejo a verdadeira simplicidade da vida há muito tempo.
- Eu acho que não sou nenhum dos dois, apesar dos dois serem parecidos comigo, pois eu sou, eu sei, me atrevi e aprendi a ser livre de uma intensidade tamanha.
- Eu já observo, olho tudo, gosto de aproveitar as olhadas, analisar a vida, aprender com o próximo, é gostoso perceber os desdobramentos da vida.
- Arrasar, acho que essa é a minha palavra, eu adoro demonstrar quem é que tá comandando no momento, é maravilhoso, uma delícia.
- Ter etiqueta, comportar-se num mesa, ter diálogo e falar das coisas intelectoafrodisíacas da vida é o meu papel, por isso não suporto quem erra o português.
- Eu não sei te explicar, eu não sei porque eu tô aqui, o que eu faço conversando com vocês, ou porque de vez ter um eu tenho apenas dois olhos, eu não sei de nada, por isso eu fico queto.
E, assim, o diálogo vai...
Assinar:
Postagens (Atom)