Em face dos desdobramentos, percebam o diálogo:
- Não, eu não sou maquiador, não sou bailarino, nem vendedor de loja de roupa, não faço nada disso na área artística, e até agora eu não entendo porque eu não faço.
- Olha, eu sou advogado, sou artista, não canto hoje, mas pretendo cantar amanhã, é foda, não vejo a verdadeira simplicidade da vida há muito tempo.
- Eu acho que não sou nenhum dos dois, apesar dos dois serem parecidos comigo, pois eu sou, eu sei, me atrevi e aprendi a ser livre de uma intensidade tamanha.
- Eu já observo, olho tudo, gosto de aproveitar as olhadas, analisar a vida, aprender com o próximo, é gostoso perceber os desdobramentos da vida.
- Arrasar, acho que essa é a minha palavra, eu adoro demonstrar quem é que tá comandando no momento, é maravilhoso, uma delícia.
- Ter etiqueta, comportar-se num mesa, ter diálogo e falar das coisas intelectoafrodisíacas da vida é o meu papel, por isso não suporto quem erra o português.
- Eu não sei te explicar, eu não sei porque eu tô aqui, o que eu faço conversando com vocês, ou porque de vez ter um eu tenho apenas dois olhos, eu não sei de nada, por isso eu fico queto.
E, assim, o diálogo vai...
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